Nativo e não nativo digitais
SANTOS, Marisilvia dos – PUCPRSCARABOTTO, Suelen do Carmo dos Anjos – PUCPR
MATOS, Elizete Lucia Moreira – PUCPR
O texto é baseado em uma pesquisa de cunho tanto qualitativo, quanto quantitativo
realizada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná com professores que
freqüentavam a disciplina Paradigmas Educacionais, no curso de pós-graduação,
no primeiro semestre de 2001.
Os autores apontam dois termos que se adequam perfeitamente a aceleração
que o mundo vem sofrendo e por conseqüência a Educação também sofre, os
“nativos digitais”, que são segundo os autores as pessoas nascidas após 1980,
ou seja, aqueles com maior facilidade em interagir com as novas tecnologias e
os “imigrantes digitais”, que não se enquadram nessa nova perspectiva, mas
porém tem que se adequar a ela.
É nesse ponto que entra muitas vezes a educação. O professor não vem
conseguindo acompanhar o advento dessa tecnologia e ampliá-la na sala de aula,
de acordo com a pesquisa realizada.
O conhecimento é produzido de formas diferentes entre os nativos e os
imigrantes, deixando uma brecha para que esse professor saiba utilizar essas
tecnologias a seu favor e a favor do ensino.

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